De quanto em quanto tempo consultar com um cardiologista? Muitas pessoas acreditam que só precisam procurar um cardiologista quando sentem dor no peito, falta de ar ou palpitações. No entanto, esperar os sintomas aparecerem pode significar perder a oportunidade de prevenir doenças cardiovasculares. A frequência ideal das consultas varia de acordo com a idade, o histórico de saúde e os fatores de risco de cada pessoa. Existe uma frequência recomendada? Não há uma regra única para todos. Pessoas jovens, sem doenças conhecidas e com baixo risco cardiovascular podem realizar avaliações periódicas conforme orientação médica. Já quem possui fatores de risco ou doenças cardíacas geralmente necessita de acompanhamento mais frequente. Quem deve consultar regularmente? O acompanhamento com um cardiologista é especialmente importante para pessoas que apresentam: Nesses casos, a frequência das consultas será definida conforme a necessidade de cada paciente. E quem não sente nada? Esse é um dos maiores erros. Muitas doenças cardiovasculares evoluem de forma silenciosa durante anos. Pressão alta, colesterol elevado e até algumas alterações nas artérias podem não causar sintomas nas fases iniciais. Por isso, realizar consultas preventivas permite identificar fatores de risco antes que eles provoquem complicações. Quando procurar um cardiologista imediatamente? Independentemente da última consulta, procure atendimento médico se apresentar sintomas como: Esses sinais merecem investigação e não devem ser ignorados. A prevenção faz toda a diferença Durante a consulta, o cardiologista pode avaliar seu histórico, solicitar exames quando necessário e orientar mudanças no estilo de vida para reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Quanto mais cedo os fatores de risco forem identificados, maiores são as chances de prevenção. Conclusão Não existe um intervalo igual para todas as pessoas. A frequência das consultas cardiológicas depende do seu perfil de saúde e dos fatores de risco. O mais importante é lembrar que o melhor momento para cuidar do coração é antes que ele apresente problemas. A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de proteger sua saúde e garantir mais qualidade de vida. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
A carne vermelha pode prejudicar o coração?
A carne vermelha pode prejudicar o coração? A carne vermelha faz parte da alimentação de muitas pessoas e é uma importante fonte de proteínas, ferro, zinco e vitamina B12. No entanto, ela costuma gerar dúvidas quando o assunto é saúde cardiovascular. Afinal, comer carne vermelha faz mal para o coração? A resposta é: depende da quantidade, da frequência e do tipo de carne consumida. A carne vermelha pode fazer parte de uma alimentação saudável? Sim. Quando consumida com moderação e dentro de uma alimentação equilibrada, a carne vermelha pode fazer parte de uma dieta saudável. O problema costuma estar no consumo excessivo e na escolha de carnes com alto teor de gordura ou carnes processadas. Além disso, a forma de preparo também influencia. Carnes grelhadas, assadas ou cozidas costumam ser opções mais saudáveis do que preparações fritas. O que preocupa os cardiologistas? Alguns cortes mais gordurosos e, principalmente, carnes processadas — como bacon, linguiça, salsicha, salame e presunto — podem conter grandes quantidades de gorduras saturadas, sódio e conservantes. O consumo frequente desses alimentos está associado a um maior risco de: Por isso, o ideal é limitar esse tipo de alimento na rotina. Quais carnes são melhores escolhas? Quem deseja cuidar da saúde do coração pode priorizar: Variar as fontes de proteína também é uma excelente estratégia para uma alimentação mais equilibrada. O que realmente faz diferença? A saúde cardiovascular não depende de um único alimento. Muito mais importante do que eliminar completamente a carne vermelha é observar o conjunto dos hábitos de vida, incluindo: Conclusão A carne vermelha não precisa ser totalmente excluída da alimentação da maioria das pessoas. O segredo está no equilíbrio, na escolha de cortes magros, no consumo moderado e em um estilo de vida saudável. Lembre-se: proteger o coração envolve um conjunto de escolhas feitas diariamente, e não apenas um alimento específico. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
Alimentos que limpam as artérias
Alimentos que limpam as artérias: mito ou verdade? Você provavelmente já ouviu alguém dizer que determinado alimento “limpa as artérias”. A ideia parece atraente, mas será que isso realmente acontece? A resposta é: não existe um alimento capaz de remover as placas de gordura já formadas nas artérias. No entanto, uma alimentação saudável desempenha um papel fundamental na prevenção das doenças cardiovasculares e pode ajudar a retardar a progressão da aterosclerose. O que acontece nas artérias? Com o passar dos anos, gordura, colesterol e outras substâncias podem se acumular na parede das artérias, formando placas. Esse processo, chamado aterosclerose, dificulta a passagem do sangue e aumenta o risco de infarto, AVC e outras doenças cardiovasculares. Embora essas placas não sejam “limpas” por um alimento específico, uma dieta equilibrada pode reduzir a inflamação, controlar o colesterol e proteger a saúde dos vasos sanguíneos. Quais alimentos ajudam a proteger as artérias? 🥑 Abacate Fonte de gorduras insaturadas, que podem contribuir para o controle do colesterol quando fazem parte de uma alimentação equilibrada. 🐟 Peixes ricos em ômega-3 Salmão, sardinha e atum fornecem ácidos graxos que auxiliam na saúde cardiovascular. 🥣 Aveia Rica em fibras solúveis, ajuda a reduzir a absorção de colesterol no intestino. 🫘 Feijão, lentilha e grão-de-bico Além das fibras, são boas fontes de proteínas vegetais e contribuem para uma alimentação saudável. 🥜 Oleaginosas Castanhas, nozes e amêndoas, consumidas com moderação, oferecem gorduras saudáveis e antioxidantes. 🍎 Frutas e verduras São ricas em vitaminas, minerais, fibras e compostos antioxidantes que ajudam a proteger os vasos sanguíneos. O que evitar? Para manter as artérias saudáveis, também é importante reduzir o consumo de: Alimentação é apenas parte da prevenção Além de uma dieta equilibrada, outros hábitos são fundamentais para proteger o coração: Conclusão Nenhum alimento é capaz de “desentupir” ou “limpar” as artérias. Porém, uma alimentação rica em fibras, frutas, verduras, legumes, grãos integrais e gorduras saudáveis ajuda a reduzir os fatores de risco para doenças cardiovasculares e faz parte da prevenção. Quando o assunto é saúde do coração, não existe solução milagrosa. O segredo está na soma de bons hábitos ao longo da vida. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
Qual exercício mais indicado para que tem problema no coração?
A prática regular de atividade física é uma das principais aliadas da saúde cardiovascular. Ela ajuda a fortalecer o coração, melhora a circulação, auxilia no controle da pressão arterial, reduz o colesterol, controla o peso e diminui o risco de complicações. Mas uma dúvida muito comum entre pacientes é: quem já tem um problema no coração pode fazer exercícios? E qual é o mais indicado? A resposta é que, na maioria dos casos, sim, mas a escolha da atividade deve ser individualizada e orientada por um médico. Exercício faz bem para quem tem doença cardíaca? Na maior parte dos casos, sim. Hoje sabemos que a prática de atividade física, quando realizada de forma segura e supervisionada, faz parte do tratamento de muitas doenças cardiovasculares. Os benefícios incluem: Além disso, pessoas fisicamente ativas tendem a apresentar menor risco de novos eventos cardiovasculares. Qual exercício costuma ser mais indicado? Não existe um único exercício ideal para todos. A escolha depende da idade, do condicionamento físico, da doença cardíaca existente e da presença de outras condições de saúde. De forma geral, os mais recomendados são: Caminhada É uma das atividades mais seguras e acessíveis para grande parte dos pacientes. Ajuda a melhorar o condicionamento cardiovascular sem causar impacto elevado nas articulações. Bicicleta Pedalar, seja ao ar livre ou em bicicleta ergométrica, pode melhorar a resistência física e contribuir para o controle da pressão arterial e do peso. Natação e hidroginástica São excelentes opções para pessoas que também apresentam limitações nas articulações, pois reduzem o impacto durante a prática. Musculação Ao contrário do que muitos pensam, a musculação também pode ser indicada para pacientes cardíacos. Quando realizada com cargas adequadas e orientação profissional, ajuda a fortalecer a musculatura, melhora a capacidade funcional e complementa os exercícios aeróbicos. Quem precisa de avaliação antes de iniciar os exercícios? Algumas pessoas devem passar por uma avaliação cardiológica antes de começar ou intensificar a prática de atividade física, especialmente se apresentarem: A avaliação permite identificar possíveis riscos e orientar a intensidade mais adequada para cada caso. Exercício intenso é sempre melhor? Não. Mais importante do que a intensidade é a regularidade e a segurança. Exercícios muito intensos podem não ser indicados para algumas pessoas com doenças cardiovasculares. O ideal é seguir um plano de atividades adaptado às necessidades individuais. O acompanhamento faz diferença Em alguns casos, o cardiologista pode solicitar exames, como eletrocardiograma, teste ergométrico ou ecocardiograma, antes da liberação para atividades mais intensas. Esse cuidado ajuda a garantir que o exercício seja um aliado da saúde, e não um fator de risco. Conclusão A atividade física é uma das ferramentas mais importantes para proteger o coração e melhorar a qualidade de vida, inclusive para quem já possui uma doença cardiovascular. No entanto, o melhor exercício é aquele que respeita as condições de saúde de cada pessoa e é realizado com orientação adequada. Se você tem alguma doença cardíaca ou apresenta sintomas durante o esforço, converse com um cardiologista antes de iniciar uma nova rotina de exercícios. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
Frequência cardíaca: qual a ideal?
A frequência cardíaca é a quantidade de vezes que o coração bate por minuto. Ela é um dos principais indicadores do funcionamento do sistema cardiovascular e pode variar conforme idade, condicionamento físico, emoções, uso de medicamentos e estado geral de saúde. Muitas pessoas se preocupam quando percebem o coração mais acelerado ou mais lento e acabam se perguntando:existe uma frequência cardíaca ideal? A resposta é: depende do contexto de cada pessoa. Qual é a frequência cardíaca considerada normal? Em repouso, a frequência cardíaca considerada normal para a maioria dos adultos costuma variar entre: 🫀 60 e 100 batimentos por minuto (bpm) Dentro dessa faixa, o coração geralmente está funcionando de maneira adequada. No entanto, esse número não deve ser analisado de forma isolada. Frequência mais baixa pode ser normal? Sim. Pessoas fisicamente ativas ou atletas costumam apresentar batimentos mais baixos em repouso, muitas vezes entre: Isso acontece porque o coração se torna mais eficiente e consegue bombear sangue com menos esforço. Quando não existem sintomas, isso normalmente não representa problema. E quando o coração está acelerado? A frequência cardíaca pode aumentar naturalmente em situações como: Nesses casos, o aumento costuma ser temporário. Porém, quando o coração permanece acelerado frequentemente ou sem motivo aparente, pode ser necessário investigar causas como: Quando a frequência cardíaca merece atenção? A avaliação médica é importante principalmente quando os batimentos vêm acompanhados de sintomas como: ⚠️ Tontura⚠️ Falta de ar⚠️ Desmaio⚠️ Dor no peito⚠️ Palpitações frequentes⚠️ Cansaço excessivo Nessas situações, exames cardiológicos podem ajudar a identificar alterações no ritmo cardíaco. Como medir a frequência cardíaca? Ela pode ser medida de diferentes formas: O ideal é fazer a medição em repouso para obter uma avaliação mais confiável. O coração muda conforme o estilo de vida Sono, alimentação, atividade física, estresse e uso de estimulantes influenciam diretamente a frequência cardíaca. Por isso, cuidar do coração vai muito além de observar apenas um número. Conclusão A frequência cardíaca ideal varia conforme cada organismo e contexto clínico. Mais importante do que um valor isolado é entender como o coração funciona dentro da realidade de saúde de cada pessoa. 🫀 O coração costuma dar sinais — e ouvir esses sinais faz parte da prevenção cardiovascular. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
Dá pra controlar a pressão sem remédios?
Receber o diagnóstico de pressão alta costuma gerar uma dúvida muito comum:é possível controlar a hipertensão sem precisar de medicação? A resposta depende de cada caso. Em algumas situações, principalmente nas fases iniciais da elevação da pressão arterial, mudanças no estilo de vida podem ajudar significativamente no controle dos níveis pressóricos. Porém, em outros pacientes, o uso de medicamentos é fundamental para proteger o coração, o cérebro, os rins e os vasos sanguíneos. O mais importante é entender que a hipertensão não deve ser ignorada. O que é hipertensão arterial? A hipertensão arterial acontece quando a pressão do sangue dentro das artérias permanece elevada de forma contínua. Com o tempo, isso aumenta a sobrecarga sobre o sistema cardiovascular e favorece complicações como: O grande desafio é que a hipertensão muitas vezes evolui de forma silenciosa, sem sintomas claros. Quando mudanças no estilo de vida podem ajudar? Em pacientes com pré-hipertensão ou hipertensão leve, hábitos saudáveis podem reduzir significativamente os níveis de pressão arterial. As principais medidas incluem: Redução do consumo de sal O excesso de sódio favorece retenção de líquidos e aumento da pressão arterial. Perda de peso Mesmo pequenas reduções no peso corporal já podem melhorar o controle da pressão. Atividade física regular Exercícios ajudam a melhorar a circulação, reduzir o estresse e controlar fatores metabólicos. Sono de qualidade Dormir mal está diretamente relacionado ao aumento do risco cardiovascular. Controle do estresse Ansiedade e estresse crônico elevam a liberação de hormônios que aumentam a pressão arterial. Evitar cigarro e excesso de álcool Esses fatores aumentam a sobrecarga cardiovascular e prejudicam a saúde das artérias. Então os remédios não são necessários? Nem sempre. Em muitos casos, mesmo com hábitos saudáveis, a medicação continua sendo necessária para manter a pressão controlada e evitar complicações. Isso acontece principalmente em pacientes que apresentam: O tratamento medicamentoso não deve ser visto como um sinal de fracasso, mas sim como uma ferramenta de proteção cardiovascular. O maior erro: parar a medicação sozinho Um erro bastante comum é interromper os remédios porque a pressão “melhorou”. Na maioria das vezes, a pressão está controlada justamente porque o tratamento está funcionando. Suspender a medicação sem orientação médica pode provocar descontrole da pressão e aumentar o risco de eventos graves. Controle da pressão é prevenção Hipertensão bem controlada reduz significativamente o risco de infarto, AVC e insuficiência cardíaca. Por isso, o acompanhamento cardiológico regular é fundamental para definir o melhor tratamento para cada paciente. Conclusão Sim, em alguns casos é possível melhorar a pressão arterial com mudanças no estilo de vida. Porém, cada organismo responde de forma diferente, e muitas pessoas também precisam de medicação para manter o coração protegido. 🫀 Mais importante do que evitar remédios é evitar as complicações da pressão alta. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
3 Hábitos noturnos que aumentam o risco de infarto
Quando falamos em saúde do coração, muitas pessoas pensam apenas em alimentação, atividade física e controle do colesterol. No entanto, alguns hábitos realizados diariamente durante a noite também podem impactar diretamente o sistema cardiovascular. O período noturno é fundamental para a recuperação do organismo. É durante o sono que o corpo regula hormônios, reduz níveis de estresse e permite que o coração trabalhe em um estado de menor sobrecarga. Alguns comportamentos, porém, podem comprometer esse equilíbrio e aumentar o risco cardiovascular ao longo do tempo. 1. Dormir pouco ou ter sono de má qualidade Dormir menos de seis horas por noite de forma frequente está associado ao aumento do risco de: A privação de sono faz o organismo liberar mais hormônios relacionados ao estresse, como cortisol e adrenalina, aumentando a pressão arterial e a frequência cardíaca. Além disso, noites mal dormidas prejudicam o metabolismo e favorecem alterações hormonais que impactam diretamente a saúde cardiovascular. 2. Comer excessivamente tarde da noite Refeições pesadas próximas ao horário de dormir podem gerar maior sobrecarga metabólica e dificultar o descanso adequado do organismo. Dietas ricas em alimentos ultraprocessados, excesso de gordura, açúcar e sódio aumentam o risco de: Com o tempo, esses fatores contribuem para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e aterosclerose. Além disso, comer muito tarde pode prejudicar a qualidade do sono, criando um efeito negativo duplo sobre o coração. 3. Levar estresse e ansiedade para a hora de dormir O coração também sofre os impactos do estresse emocional. Dormir em estado constante de preocupação, ansiedade ou excesso de estímulo mental mantém o organismo em alerta, dificultando o relaxamento adequado do sistema cardiovascular. Esse padrão favorece: Ao longo do tempo, o estresse crônico se torna um importante fator de risco cardiovascular. O coração também precisa descansar O sono é um dos pilares da saúde cardiovascular. Pequenas mudanças nos hábitos noturnos podem ajudar a reduzir significativamente os riscos para o coração. Algumas atitudes importantes incluem: 🩺 Manter horários regulares de sono🩺 Evitar telas e excesso de estímulos antes de dormir🩺 Reduzir refeições pesadas à noite🩺 Controlar o estresse🩺 Priorizar qualidade do descanso Conclusão Muitas doenças cardíacas se desenvolvem silenciosamente ao longo dos anos — e os hábitos da rotina têm papel importante nesse processo. Cuidar do coração não envolve apenas o que você faz durante o dia, mas também a forma como o seu corpo descansa à noite. 🫀 Seu coração também precisa de recuperação. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
Você usa pré treino e nunca passou por um cardiologista?
Os pré-treinos se tornaram extremamente populares entre pessoas que buscam mais energia, foco e desempenho durante os exercícios físicos. No entanto, o que muita gente ignora é que essas substâncias também podem causar impactos importantes sobre o sistema cardiovascular. E a pergunta que merece atenção é:se você estimula diariamente o seu coração, será que sabe como ele está funcionando? O que existe dentro dos pré-treinos? Grande parte dos pré-treinos contém combinações de substâncias estimulantes, como: O problema não está apenas na presença dessas substâncias, mas principalmente na quantidade consumida e na associação entre elas. Em muitos casos, as doses ultrapassam facilmente o que seria considerado moderado para o organismo. Como o pré-treino afeta o coração? Os estimulantes presentes nesses produtos aumentam a atividade do sistema nervoso simpático, responsável pela resposta de “alerta” do organismo. Isso pode provocar: Em pessoas predispostas, o uso pode favorecer episódios de arritmias cardíacas, além de aumentar o risco de complicações cardiovasculares. Quem precisa ter mais cuidado? Algumas pessoas apresentam maior risco de sofrer efeitos cardiovasculares relacionados ao uso de pré-treinos, especialmente quem possui: Além disso, o risco pode aumentar quando o pré-treino é associado a: Quais sinais merecem atenção? Alguns sintomas durante ou após o treino podem indicar que o coração está sofrendo mais do que deveria: ⚠️ Palpitações frequentes⚠️ Dor no peito⚠️ Falta de ar exagerada⚠️ Tontura⚠️ Sensação de desmaio⚠️ Pressão muito elevada Esses sinais não devem ser ignorados. Preciso passar por um cardiologista antes? Em muitos casos, sim — especialmente para pessoas que: O acompanhamento cardiológico permite identificar alterações silenciosas e avaliar se o coração está apto para determinados níveis de esforço e estímulo. Performance também exige prevenção Buscar desempenho físico é positivo, mas a saúde cardiovascular precisa vir primeiro. O coração não deve ser testado no limite sem avaliação adequada. O coração também precisa de preparo Assim como fortalecemos músculos e condicionamento, também precisamos cuidar da saúde cardiovascular. A prevenção permite identificar fatores de risco antes que eles se tornem problemas maiores. Conclusão Fazer academia pode melhorar significativamente a saúde do coração, ajudando no controle da pressão, colesterol, peso e estresse. O exercício não é apenas uma questão estética: é uma ferramenta importante para aumentar a qualidade de vida e proteger o coração. 🫀 Seu coração também treina quando você se movimenta. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
Fazer academia melhora a saúde do coração?
A prática de exercícios físicos é uma das principais estratégias para manter o coração saudável. A academia, quando realizada de forma adequada e com orientação, pode trazer diversos benefícios para o sistema cardiovascular e ajudar na prevenção de doenças. Mas como exatamente o exercício protege o coração? Como a academia beneficia o coração? Durante a prática de atividade física, o coração é estimulado a trabalhar de forma mais eficiente. Com o tempo, isso promove adaptações positivas no organismo. Entre os principais benefícios estão: Melhora da circulação sanguínea O exercício ajuda os vasos sanguíneos a funcionarem melhor, favorecendo o transporte de oxigênio e nutrientes para os tecidos. Controle da pressão arterial A atividade física regular pode ajudar a reduzir a pressão arterial em algumas pessoas, diminuindo a sobrecarga sobre o coração. Melhora do colesterol O exercício contribui para um melhor equilíbrio do perfil lipídico, ajudando no controle dos níveis de colesterol. Controle do peso e metabolismo A musculação e os exercícios aeróbicos ajudam no controle da gordura corporal, da resistência à insulina e de fatores que aumentam o risco cardiovascular. Redução do estresse A prática regular de exercícios está associada à melhora do sono, humor e controle do estresse — fatores que também influenciam a saúde do coração. Musculação também faz bem para o coração? Sim. Durante muito tempo, o foco era apenas nos exercícios aeróbicos, mas hoje sabemos que a musculação também possui benefícios cardiovasculares. O treino de força ajuda a: O ideal costuma ser uma combinação entre exercícios aeróbicos e treinamento de força, sempre respeitando os limites individuais. Existe risco em treinar? Para a maioria das pessoas, a atividade física é segura e benéfica. Porém, alguns cuidados são importantes. Pessoas que possuem: devem passar por avaliação médica antes de iniciar treinos intensos. O coração também precisa de preparo Assim como fortalecemos músculos e condicionamento, também precisamos cuidar da saúde cardiovascular. A prevenção permite identificar fatores de risco antes que eles se tornem problemas maiores. Conclusão Fazer academia pode melhorar significativamente a saúde do coração, ajudando no controle da pressão, colesterol, peso e estresse. O exercício não é apenas uma questão estética: é uma ferramenta importante para aumentar a qualidade de vida e proteger o coração. 🫀 Seu coração também treina quando você se movimenta. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
Dor no peito no frio: quando se preocupar?
O que é fibrilação atrial? A tontura é uma queixa muito comum e pode ter diversas causas. Muitas vezes está relacionada a fatores como desidratação, alterações no equilíbrio, queda de pressão ou estresse. Porém, em alguns casos, ela também pode estar relacionada ao funcionamento do coração. Isso acontece porque o cérebro depende de um fluxo adequado de sangue e oxigênio. Quando o coração não consegue bombear sangue de forma eficiente ou o ritmo cardíaco sofre alterações, podem surgir sintomas como tontura e mal-estar. Como o coração pode causar tontura? Algumas condições cardíacas podem reduzir temporariamente o fluxo sanguíneo para o cérebro, levando à sensação de instabilidade. Entre as possíveis causas estão: Arritmias cardíacas Alterações no ritmo do coração podem fazer com que ele bata muito rápido, muito devagar ou de forma irregular, prejudicando o bombeamento adequado do sangue. Pressão arterial baixa Quando a pressão cai muito, especialmente ao levantar rapidamente, pode ocorrer uma redução momentânea da circulação cerebral, causando a sensação de “teto preto” ou quase desmaio. Alterações estruturais do coração Algumas doenças que afetam o músculo cardíaco ou as válvulas podem comprometer a eficiência do bombeamento do sangue. Quais sinais merecem atenção? A tontura merece uma avaliação mais cuidadosa quando vem acompanhada de: ⚠️ Desmaio ou sensação de que vai desmaiar⚠️ Palpitações⚠️ Falta de ar⚠️ Dor no peito⚠️ Cansaço intenso⚠️ Batimentos irregulares Esses sinais podem indicar que existe alguma alteração cardiovascular que precisa ser investigada. Como saber se a tontura é do coração? O diagnóstico depende de uma avaliação médica completa. O cardiologista pode analisar o histórico do paciente e solicitar exames como: Esses exames ajudam a identificar alterações no ritmo e na estrutura do coração. Conclusão Nem toda tontura significa um problema cardíaco, mas quando ela é frequente, intensa ou acompanhada de outros sintomas, não deve ser ignorada. O coração costuma enviar sinais — e entender esses sinais é uma parte importante da prevenção cardiovascular. 🫀 Cuidar do coração é cuidar da vida. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2