Sentir dor no peito é sempre motivo de preocupação.Quando os exames vêm normais, a sensação pode ser de alívio — mas também de dúvida: “Se está tudo certo, por que continuo sentindo?” A resposta é que, sim, é possível ter dor no peito relacionada ao coração mesmo com exames iniciais normais.Entenda o porquê. 1. Nem todo problema cardíaco aparece nos primeiros exames Os exames básicos — como eletrocardiograma, teste ergométrico ou até mesmo o ecocardiograma — são excelentes ferramentas, mas nem sempre identificam alterações sutis, especialmente quando o sintoma não está presente no momento da avaliação. Algumas condições, como doença microvascular (alteração dos pequenos vasos do coração) ou angina variante (de Prinzmetal), podem causar dor torácica sem alterações nos exames convencionais.Nesses casos, o fluxo de sangue para o músculo cardíaco pode ser temporariamente reduzido, gerando dor, mesmo sem obstruções nas artérias principais. 2. O papel do estresse e da ansiedade O coração reage intensamente às emoções.O estresse e a ansiedade podem provocar taquicardia, tensão muscular e alterações na respiração, gerando dores torácicas muito semelhantes às cardíacas.Nessas situações, o problema não está na estrutura do coração, mas na forma como o corpo responde a estímulos emocionais. Embora a causa seja funcional, isso não significa que deve ser ignorado — é um alerta de que o organismo está sobrecarregado e precisa de equilíbrio. 3. Outras causas possíveis de dor no peito Além das causas cardíacas, há diversos outros fatores que podem gerar dor nessa região, como: Por isso, a avaliação médica completa é indispensável — o diagnóstico correto é o primeiro passo para o tratamento adequado. 4. Quando a dor no peito merece atenção imediata Procure atendimento de urgência se a dor for:⚠️ Intensa, em aperto ou que irradia para o braço, mandíbula ou costas;⚠️ Acompanhada de falta de ar, suor frio, náusea ou tontura;⚠️ Surgir em repouso ou durante o sono. Esses podem ser sinais de infarto ou angina instável, condições que exigem atendimento rápido. 5. A importância do acompanhamento cardiológico Mesmo quando os exames parecem normais, o acompanhamento com o cardiologista é essencial.Ele avalia o histórico, o estilo de vida e solicita exames complementares se necessário — como tomografia de coronárias, ressonância cardíaca ou cintilografia miocárdica. 🩺 Ouvir o seu corpo é o primeiro passo. Investigar é o segundo.Nem toda dor no peito é grave — mas toda dor no peito merece atenção. Dr. Artur Dal Bó – Cardiologia e PrevençãoCuidar do coração é cuidar da vida.
Tem gente que come bem, se exercita e infarta. Por quê?
É comum ouvir histórias de pessoas que mantinham uma rotina saudável — se alimentavam bem, praticavam exercícios, não fumavam — e, ainda assim, sofreram um infarto.Mas afinal, como isso é possível? A verdade é que o coração é influenciado por muitos fatores, e nem todos estão sob o nosso controle direto.Há causas silenciosas que podem aumentar o risco cardiovascular, mesmo em quem leva uma vida equilibrada. 1. A genética também fala alto Algumas pessoas nascem com uma predisposição genética para desenvolver doenças cardíacas, como colesterol alto, hipertensão ou diabetes, mesmo mantendo bons hábitos.Essas condições podem permanecer silenciosas por anos — até que, diante de um gatilho (como estresse intenso, esforço físico extremo ou pico de pressão), o infarto acontece. 2. Colesterol e inflamação silenciosa O colesterol é um dos grandes vilões quando não está controlado. Mesmo níveis discretamente elevados de LDL (o “colesterol ruim”) podem, ao longo do tempo, provocar o acúmulo de placas nas artérias — a aterosclerose.Essas placas podem se romper de forma inesperada, bloqueando o fluxo sanguíneo e causando um infarto. Além disso, a inflamação crônica de baixo grau — muitas vezes associada ao estresse, à má qualidade do sono e ao estilo de vida moderno — potencializa esse processo, mesmo em quem se alimenta bem. 3. O papel do estresse O estresse emocional é um dos fatores mais subestimados na saúde cardiovascular.Ele provoca descargas hormonais que aumentam a pressão arterial, aceleram o coração e causam contrações nas artérias.Com o tempo, isso favorece o desgaste vascular e pode precipitar um evento cardíaco. 4. Nem todo exercício é sinônimo de proteção Praticar atividade física é essencial — mas quando feita sem acompanhamento adequado, pode se tornar um risco.Treinos intensos, falta de repouso e ausência de avaliação cardiológica prévia são fatores que, em pessoas predispostas, podem desencadear arritmias ou infartos. 5. A importância da prevenção personalizada Cada coração tem sua história.Por isso, a melhor estratégia é unir hábitos saudáveis a um acompanhamento médico regular.Exames como o eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e dosagem de colesterol ajudam a detectar riscos antes que se tornem problemas reais. 🩺 Mesmo quem se sente bem precisa cuidar da saúde cardiovascular com regularidade.A prevenção é o que transforma bons hábitos em verdadeira proteção. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e PrevençãoCuidar do coração é cuidar da vida.
Palpitação: sempre é sinal de problema no coração?
Sentir o coração bater mais rápido ou de forma irregular pode ser assustador. Muitas pessoas acreditam que a palpitação é sempre sinal de um problema cardíaco grave, mas nem sempre é assim. Vamos entender melhor o que é a palpitação, por que ela acontece e quando é hora de procurar ajuda médica. O que é palpitação? A palpitação é a percepção consciente dos batimentos do coração. Em condições normais, o coração bate cerca de 60 a 100 vezes por minuto em repouso, e nós nem percebemos.Quando sentimos o coração acelerado, batendo forte, irregular ou com “saltos”, estamos experimentando uma palpitação. Causas comuns e benignas da palpitação Nem toda palpitação é sinal de doença. Muitas vezes, ela é provocada por fatores simples do dia a dia, como: Nesses casos, a palpitação costuma ser passageira e desaparece quando a causa é controlada. Quando a palpitação merece atenção Em alguns casos, a palpitação pode indicar alterações no ritmo cardíaco (arritmias) ou outros problemas de saúde. Procure um médico se a palpitação vier acompanhada de: Esses sintomas podem sinalizar problemas cardíacos e exigem avaliação imediata. O que fazer ao sentir palpitações Conclusão A palpitação não deve ser ignorada, mas também não é sinônimo de problema no coração. Em muitos casos, é apenas a resposta natural do organismo a situações cotidianas.No entanto, a avaliação médica é fundamental para diferenciar palpitações benignas de alterações cardíacas que precisam de tratamento. Cuidar do coração é investir na sua qualidade de vida. Se notar palpitações frequentes ou associadas a outros sintomas, agende uma consulta com um especialista.
Sal escondido nos alimentos
Quando pensamos em excesso de sal, logo imaginamos aquele que colocamos na comida com a colher.Mas a maior parte do sal consumido no dia a dia não vem do saleiro.Ele está “escondido” em diversos alimentos industrializados e ultraprocessados — e isso pode trazer riscos importantes para a saúde, especialmente do coração. Por que o sal em excesso é um problema? O sal é formado principalmente por sódio, um mineral essencial para o funcionamento do organismo.O problema é que, em excesso, o sódio favorece a retenção de líquidos e aumenta a pressão arterial, sobrecarregando o coração e os rins. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda consumir menos de 5 gramas de sal por dia (o equivalente a uma colher de chá).No entanto, a maioria das pessoas ultrapassa esse valor sem perceber. Onde o sal está escondido? O sal que usamos para temperar os alimentos representa apenas uma parte da ingestão diária.Grande parte do sódio está presente, de forma “oculta”, em produtos industrializados, como: 🥫 Enlatados (milho, ervilha, atum, molhos)🥪 Pães, torradas e bisnaguinhas🍟 Snacks e salgadinhos🍲 Temperos prontos e caldos industrializados🧀 Embutidos (presunto, peito de peru, salsicha, linguiça)🥤 Refrigerantes e bebidas prontas Esses alimentos muitas vezes têm sabor que não parece “salgado”, mas contêm grande quantidade de sódio. Impactos do sal escondido na saúde O consumo elevado de sódio está associado a:⚠️ Hipertensão arterial – principal fator de risco para infarto e AVC⚠️ Doenças cardiovasculares – aumento da carga sobre o coração⚠️ Problemas renais – maior esforço dos rins para eliminar o excesso de sódio⚠️ Retenção de líquidos – inchaço nas pernas, tornozelos e mãos A longo prazo, esses problemas podem comprometer seriamente a saúde e a qualidade de vida. Como reduzir o consumo de sal? Diminuir o sal não significa abrir mão do sabor.Algumas atitudes simples fazem grande diferença:✅ Ler os rótulos e comparar os níveis de sódio entre marcas✅ Priorizar alimentos naturais e frescos (frutas, legumes, grãos)✅ Usar temperos naturais (ervas, alho, cebola, limão) para realçar o sabor✅ Evitar consumo frequente de alimentos industrializados✅ Reduzir gradualmente o uso do sal de cozinha O coração agradece Controlar o consumo de sal é um passo fundamental para prevenir doenças cardiovasculares e manter a pressão arterial em níveis saudáveis. A mudança de hábitos é ainda mais eficaz quando combinada com acompanhamento médico e check-ups regulares. 🩺 Dr. Artur Dal Bó — Cardiologista📍 Atendimento em Balneário Camboriú e Brusque🗓️ Agende sua consulta e descubra como cuidar melhor do seu coração
O Papel do Riso na Saúde do Coração
Quando falamos em saúde do coração, logo pensamos em dieta equilibrada, exercícios físicos e exames de rotina.Mas há um aliado que muitas vezes passa despercebido: o riso. Sim, rir — aquele gesto simples e espontâneo — pode trazer benefícios reais para o coração e ajudar na prevenção de doenças cardiovasculares. Por que o riso faz bem para o coração? O riso provoca uma série de reações no organismo que contribuem para o bem-estar físico e emocional. Entre os principais benefícios para a saúde cardiovascular, destacam-se: 1. Redução do estresse O estresse é um dos grandes vilões do coração.Rir estimula a liberação de endorfinas e diminui os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, ajudando a manter a pressão arterial mais estável. 2. Melhora da circulação sanguínea Quando rimos, há um relaxamento temporário dos vasos sanguíneos, o que favorece a circulação.Com o tempo, essa prática pode contribuir para a saúde das artérias. 3. Pressão arterial mais equilibrada Estudos mostram que o riso frequente pode ajudar a manter a pressão em níveis mais saudáveis, reduzindo a sobrecarga do coração. 4. Fortalecimento do sistema imunológico Um coração saudável está ligado a um organismo mais resistente.O riso ajuda a fortalecer o sistema imunológico, favorecendo a prevenção de doenças que também impactam a saúde cardiovascular. O riso como parte de um estilo de vida saudável É importante lembrar que o riso não substitui hábitos fundamentais para a saúde do coração, como: Porém, incluir momentos de leveza, cultivar boas relações e ter tempo para rir pode ser tão importante quanto seguir outras recomendações médicas. Rir é viver melhor O riso conecta pessoas, melhora o humor, alivia tensões e faz parte de uma vida emocional mais equilibrada.E tudo isso reflete positivamente no coração. 🫀 Cuidar do coração também é viver com mais leveza. Previna-se: a alegria é um complemento, não a solução Mesmo com todos os benefícios do riso, a prevenção médica continua sendo essencial.Manter o check-up em dia e procurar um cardiologista ao notar sintomas como palpitações, falta de ar, dor no peito ou pressão descontrolada é fundamental para proteger a saúde cardiovascular. 🩺 Dr. Artur Dal Bó — Cardiologista📍 Atendimento em Balneário Camboriú e Brusque🗓️ Agende sua consulta e comece hoje mesmo a cuidar do seu coração.
Pressão muito baixa faz mal?
Quando se fala em pressão arterial, a maioria das pessoas pensa nos riscos da pressão alta (hipertensão).Porém, a pressão muito baixa, conhecida como hipotensão, também merece atenção — especialmente quando causa sintomas que afetam a qualidade de vida e a saúde do coração. O que é pressão baixa? A pressão arterial é a força que o sangue exerce contra as paredes das artérias.Valores em torno de 12/8 mmHg são considerados normais. Geralmente, considera-se pressão baixa quando os números ficam abaixo de 9/6 mmHg — embora essa referência possa variar um pouco de pessoa para pessoa. Muitas pessoas convivem com pressão naturalmente mais baixa sem apresentar problemas.Porém, quando a queda é súbita ou traz sintomas, é preciso investigar. Quais os sintomas da pressão baixa? A hipotensão pode provocar sinais como:🔹 Tontura ou sensação de desmaio🔹 Visão turva ou embaçada🔹 Fadiga e fraqueza🔹 Náusea🔹 Sudorese fria🔹 Desmaio (em casos mais graves) Esses sintomas acontecem porque a pressão baixa dificulta que o sangue e o oxigênio cheguem de forma adequada ao cérebro e a outros órgãos. Quando a pressão baixa faz mal? Nem sempre a pressão baixa é um problema.Por exemplo, atletas e pessoas com hábitos de vida saudáveis podem ter pressão naturalmente mais baixa sem riscos. Ela se torna preocupante quando:⚠️ É causada por desidratação, infecções ou uso inadequado de medicamentos⚠️ Está associada a doenças cardíacas ou hormonais⚠️ Provoca desmaios ou quedas, aumentando o risco de lesões⚠️ Acontece de forma repentina, sem causa aparente Nesses casos, a hipotensão é um sinal de alerta e precisa ser avaliada por um médico. Cuidar da pressão é cuidar do coração Manter a pressão arterial equilibrada ajuda o coração a trabalhar sem esforço excessivo.Por isso, é importante:✅ Hidratar-se bem✅ Evitar longos períodos em jejum✅ Não se levantar de forma brusca✅ Manter hábitos saudáveis✅ Fazer acompanhamento médico regular Se os episódios de pressão baixa forem frequentes ou vierem acompanhados de sintomas, a avaliação cardiológica é fundamental para descobrir a causa e indicar o tratamento adequado. Conclusão A pressão baixa só é considerada um problema quando afeta o bem-estar ou indica alguma condição de saúde que precisa ser tratada.Ignorar sintomas pode trazer riscos desnecessários para o coração e para a qualidade de vida. 🩺 Dr. Artur Dal Bó — Cardiologista📍 Atendimento em Balneário Camboriú e Brusque🗓️ Agende sua consulta e mantenha sua pressão e a saúde do coração em dia.
Por que fazer eletrocardiograma mesmo sem sintomas?
Com um compromisso inabalável com a saúde cardiovascular, o Dr. Artur Elias Dal Bó é um cardiologista dedicado à prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças do coração. Seu trabalho vai além da medicina convencional; ele busca oferecer um atendimento humanizado, pautado na escuta ativa e no cuidado integral dos pacientes. Formação e Experiência Graduação em Medicina pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) – 2018. Residência Médica em Clínica Médica pelo Complexo Hospitalar Santa Casa de Porto Alegre – 2021. Especialização em Cardiologia com foco em prevenção e qualidade de vida. Certificação em Suporte Avançado de Vida Cardiovascular (SAVC) pela Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (SOCERGS). Cardiologista formado pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre Onde Atende O Dr. Artur Dal Bó realiza atendimentos em duas localidades: Balneário Camboriú Brusque Se você busca um cardiologista que alia conhecimento técnico à empatia, agende sua consulta e cuide do seu coração com quem entende suas necessidades.
Coração acelerado com ansiedade: quando procurar ajuda?
Com um compromisso inabalável com a saúde cardiovascular, o Dr. Artur Elias Dal Bó é um cardiologista dedicado à prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças do coração. Seu trabalho vai além da medicina convencional; ele busca oferecer um atendimento humanizado, pautado na escuta ativa e no cuidado integral dos pacientes. Formação e Experiência Graduação em Medicina pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) – 2018. Residência Médica em Clínica Médica pelo Complexo Hospitalar Santa Casa de Porto Alegre – 2021. Especialização em Cardiologia com foco em prevenção e qualidade de vida. Certificação em Suporte Avançado de Vida Cardiovascular (SAVC) pela Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (SOCERGS). Cardiologista formado pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre Onde Atende O Dr. Artur Dal Bó realiza atendimentos em duas localidades: Balneário Camboriú Brusque Se você busca um cardiologista que alia conhecimento técnico à empatia, agende sua consulta e cuide do seu coração com quem entende suas necessidades.
Pressão 12×8 é sempre sinal de saúde?
Com um compromisso inabalável com a saúde cardiovascular, o Dr. Artur Elias Dal Bó é um cardiologista dedicado à prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças do coração. Seu trabalho vai além da medicina convencional; ele busca oferecer um atendimento humanizado, pautado na escuta ativa e no cuidado integral dos pacientes. Formação e Experiência Graduação em Medicina pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) – 2018. Residência Médica em Clínica Médica pelo Complexo Hospitalar Santa Casa de Porto Alegre – 2021. Especialização em Cardiologia com foco em prevenção e qualidade de vida. Certificação em Suporte Avançado de Vida Cardiovascular (SAVC) pela Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (SOCERGS). Cardiologista formado pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre Onde Atende O Dr. Artur Dal Bó realiza atendimentos em duas localidades: Balneário Camboriú Brusque Se você busca um cardiologista que alia conhecimento técnico à empatia, agende sua consulta e cuide do seu coração com quem entende suas necessidades.
Quando é hora de procurar um cardiologista?
Com um compromisso inabalável com a saúde cardiovascular, o Dr. Artur Elias Dal Bó é um cardiologista dedicado à prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças do coração. Seu trabalho vai além da medicina convencional; ele busca oferecer um atendimento humanizado, pautado na escuta ativa e no cuidado integral dos pacientes. Formação e Experiência Graduação em Medicina pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) – 2018. Residência Médica em Clínica Médica pelo Complexo Hospitalar Santa Casa de Porto Alegre – 2021. Especialização em Cardiologia com foco em prevenção e qualidade de vida. Certificação em Suporte Avançado de Vida Cardiovascular (SAVC) pela Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul (SOCERGS). Cardiologista formado pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre Onde Atende O Dr. Artur Dal Bó realiza atendimentos em duas localidades: Balneário Camboriú Brusque Se você busca um cardiologista que alia conhecimento técnico à empatia, agende sua consulta e cuide do seu coração com quem entende suas necessidades.