Colesterol bom compensa o ruim? Durante muito tempo, ficou popular a ideia de que ter o “colesterol bom” alto poderia compensar os efeitos do “colesterol ruim”. Mas será que isso realmente acontece? A resposta é: não exatamente. O colesterol é uma substância importante para o funcionamento do organismo, mas quando seus níveis estão desequilibrados, pode contribuir para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. O que é o colesterol HDL e LDL? Existem diferentes tipos de colesterol no sangue, e os dois mais conhecidos são: HDL — o “colesterol bom” O HDL ajuda no transporte do colesterol dos tecidos e vasos sanguíneos de volta para o fígado, onde ele pode ser metabolizado. Níveis adequados de HDL estão associados a um perfil cardiovascular mais favorável. LDL — o “colesterol ruim” O LDL transporta colesterol pelo organismo, mas quando está elevado pode favorecer o depósito de gordura nas paredes das artérias. Com o tempo, isso pode levar à formação de placas, processo chamado de aterosclerose, aumentando o risco de: Ter HDL alto protege contra LDL alto? Não necessariamente. Embora o HDL tenha uma função importante, ele não elimina os efeitos do LDL elevado. Ou seja: uma pessoa pode ter colesterol HDL adequado e ainda assim apresentar risco cardiovascular aumentado se o LDL estiver alto, principalmente quando existem outros fatores associados. O risco depende de um conjunto de informações, como: Como melhorar o colesterol? A prevenção cardiovascular envolve principalmente controlar os fatores que aumentam o risco. Algumas medidas importantes: 🩺 Praticar atividade física regularmente🩺 Ter uma alimentação equilibrada🩺 Reduzir o consumo de ultraprocessados e gorduras em excesso🩺 Controlar peso e pressão arterial🩺 Não fumar🩺 Realizar acompanhamento médico Em alguns casos, medicamentos podem ser indicados para reduzir o LDL e proteger o coração. Conclusão O colesterol bom tem sua importância, mas ele não “anula” um colesterol ruim elevado. A avaliação do risco cardiovascular deve ser individualizada, porque cuidar do coração vai muito além de olhar apenas um número no exame. 🫀 A prevenção começa antes do problema aparecer. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
Você sente tontura? Pode ser seu coração
O que é fibrilação atrial? A tontura é uma queixa muito comum e pode ter diversas causas. Muitas vezes está relacionada a fatores como desidratação, alterações no equilíbrio, queda de pressão ou estresse. Porém, em alguns casos, ela também pode estar relacionada ao funcionamento do coração. Isso acontece porque o cérebro depende de um fluxo adequado de sangue e oxigênio. Quando o coração não consegue bombear sangue de forma eficiente ou o ritmo cardíaco sofre alterações, podem surgir sintomas como tontura e mal-estar. Como o coração pode causar tontura? Algumas condições cardíacas podem reduzir temporariamente o fluxo sanguíneo para o cérebro, levando à sensação de instabilidade. Entre as possíveis causas estão: Arritmias cardíacas Alterações no ritmo do coração podem fazer com que ele bata muito rápido, muito devagar ou de forma irregular, prejudicando o bombeamento adequado do sangue. Pressão arterial baixa Quando a pressão cai muito, especialmente ao levantar rapidamente, pode ocorrer uma redução momentânea da circulação cerebral, causando a sensação de “teto preto” ou quase desmaio. Alterações estruturais do coração Algumas doenças que afetam o músculo cardíaco ou as válvulas podem comprometer a eficiência do bombeamento do sangue. Quais sinais merecem atenção? A tontura merece uma avaliação mais cuidadosa quando vem acompanhada de: ⚠️ Desmaio ou sensação de que vai desmaiar⚠️ Palpitações⚠️ Falta de ar⚠️ Dor no peito⚠️ Cansaço intenso⚠️ Batimentos irregulares Esses sinais podem indicar que existe alguma alteração cardiovascular que precisa ser investigada. Como saber se a tontura é do coração? O diagnóstico depende de uma avaliação médica completa. O cardiologista pode analisar o histórico do paciente e solicitar exames como: Esses exames ajudam a identificar alterações no ritmo e na estrutura do coração. Conclusão Nem toda tontura significa um problema cardíaco, mas quando ela é frequente, intensa ou acompanhada de outros sintomas, não deve ser ignorada. O coração costuma enviar sinais — e entender esses sinais é uma parte importante da prevenção cardiovascular. 🫀 Cuidar do coração é cuidar da vida. Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção 📍 Balneário CamboriúSan Carlo Centro de Saúde📞 (47) 3360-8989📱 (47) 98837-4305📍 Ed. San Carlo Residencial – R. 3050, 118 📍 BrusqueAzambuja Mais📱 (47) 99104-9343📍 Av. Getúlio Vargas, 78 – Centro 2
O que é fibrilação atrial?
O que é fibrilação atrial? A fibrilação atrial é um dos tipos mais comuns de arritmia cardíaca, condição caracterizada por alterações no ritmo normal do coração. Nessa situação, os átrios, que são as câmaras superiores do coração, passam a apresentar uma atividade elétrica desorganizada, fazendo com que o coração bata de forma irregular e, muitas vezes, mais rápida do que o normal. Essa alteração pode comprometer a eficiência do bombeamento do sangue e, em alguns casos, aumentar o risco de complicações cardiovasculares. Como funciona o ritmo normal do coração? Em um coração saudável, os batimentos são coordenados por um sistema elétrico que garante que o sangue seja bombeado de forma organizada para todo o corpo. Na fibrilação atrial, esse sistema elétrico sofre uma desorganização nos impulsos elétricos, fazendo com que os átrios “tremam” em vez de se contraírem de forma eficaz. Como resultado, os batimentos cardíacos se tornam irregulares e descompassados. Quais são os sintomas mais comuns? Os sintomas podem variar bastante de pessoa para pessoa. Enquanto alguns pacientes percebem claramente a alteração nos batimentos, outros podem não apresentar sintomas. Entre os sinais mais frequentes estão: Em alguns casos, a fibrilação atrial é descoberta apenas durante exames de rotina, como o eletrocardiograma. Quais são as causas da fibrilação atrial? Diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento dessa arritmia. Entre os mais comuns estão: Fatores como obesidade, sedentarismo e apneia do sono também podem aumentar o risco. Quais são os riscos da fibrilação atrial? Um dos principais riscos da fibrilação atrial é a formação de coágulos dentro do coração. Esses coágulos podem se deslocar pela corrente sanguínea e chegar ao cérebro, aumentando o risco de acidente vascular cerebral (AVC). Por isso, o diagnóstico e o tratamento adequados são fundamentais para reduzir esse risco. Como é feito o diagnóstico? O diagnóstico geralmente é realizado por meio de exames que avaliam o ritmo cardíaco, como: Esses exames ajudam a identificar a arritmia e avaliar possíveis causas associadas. A fibrilação atrial tem tratamento? Sim. O tratamento depende de diversos fatores, como idade, sintomas, causas e presença de outras doenças. As abordagens podem incluir: Cada paciente deve ser avaliado de forma individual para definir a melhor estratégia terapêutica. Conclusão A fibrilação atrial é uma arritmia relativamente comum, mas que merece atenção devido ao risco de complicações, especialmente o AVC. O diagnóstico precoce e o acompanhamento cardiológico adequado são essenciais para garantir um tratamento eficaz e mais qualidade de vida. 🫀 Cuidar do coração é investir em saúde e prevenção.Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção
Infarto silencioso existe?
Infarto silencioso existe? Quando pensamos em infarto, geralmente imaginamos uma dor intensa no peito, irradiando para o braço esquerdo e acompanhada de mal-estar. No entanto, nem sempre o infarto acontece dessa forma. Em alguns casos, ele pode ocorrer com sintomas leves, atípicos ou até passar despercebido, caracterizando o chamado infarto silencioso. Embora menos reconhecido, esse tipo de infarto pode ser tão sério quanto o infarto clássico e também exige atenção. O que é o infarto silencioso? O infarto silencioso ocorre quando há interrupção do fluxo sanguíneo para uma parte do músculo cardíaco, causando lesão no coração, sem os sintomas típicos ou intensos que normalmente levam a pessoa a procurar atendimento imediato. Em muitos casos, o paciente só descobre que teve um infarto posteriormente, durante exames cardiológicos realizados por outro motivo. Quais sintomas podem aparecer? Mesmo sendo chamado de “silencioso”, esse tipo de infarto pode apresentar sinais mais sutis, que muitas vezes são confundidos com outros problemas. Entre eles: Por serem sintomas inespecíficos, muitas pessoas não associam essas manifestações a um problema cardíaco. Quem tem mais risco de ter um infarto silencioso? Alguns grupos têm maior probabilidade de apresentar infartos com sintomas atípicos, como: Por isso, nesses grupos, a atenção aos sinais do corpo deve ser ainda maior. Como o diagnóstico é feito? Em muitos casos, o infarto silencioso é identificado por meio de exames cardiológicos, como: Esses exames podem mostrar alterações que indicam que o coração sofreu uma lesão anterior. É possível prevenir? Sim. A prevenção continua sendo a melhor estratégia para reduzir o risco de infarto, seja ele silencioso ou não. Algumas medidas importantes incluem: Conclusão O infarto silencioso existe e pode acontecer sem sinais claros, o que reforça a importância de não depender apenas dos sintomas para cuidar da saúde do coração. Avaliações médicas regulares e o controle dos fatores de risco são fundamentais para identificar alterações precocemente e prevenir complicações. 🫀 Cuidar do coração é um compromisso com a saúde e com a vida.Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção
Tomografia das coronárias: quando é indicada?
Tomografia das coronárias: quando é indicada? Tomografia das coronárias: quando é indicada? A tomografia das coronárias, também chamada de angiotomografia coronariana, é um exame de imagem avançado que permite visualizar com grande precisão as artérias coronárias, responsáveis por levar sangue ao músculo do coração. Esse exame utiliza tomografia computadorizada associada ao contraste para identificar placas de gordura, estreitamentos ou obstruções nas artérias, alterações que podem aumentar o risco de infarto. Por ser um exame não invasivo e altamente detalhado, a tomografia das coronárias tem se tornado uma ferramenta importante na avaliação do risco cardiovascular. Para que serve a tomografia das coronárias? O principal objetivo do exame é avaliar a presença de aterosclerose, doença caracterizada pelo acúmulo de placas de gordura nas artérias. Essas placas podem reduzir o fluxo sanguíneo ou até provocar a obstrução completa do vaso, situação que pode levar ao infarto do miocárdio. Com a tomografia, o médico consegue observar: Isso permite identificar alterações antes mesmo do aparecimento de sintomas, favorecendo estratégias de prevenção. Quando esse exame costuma ser indicado? A tomografia das coronárias pode ser recomendada em algumas situações específicas, como: Investigação de dor no peitoQuando o paciente apresenta dor torácica e outros exames não conseguem esclarecer completamente a causa. Avaliação de risco cardiovascular intermediárioEm pessoas que possuem fatores de risco, como colesterol elevado, hipertensão, obesidade ou histórico familiar de doença cardíaca. Resultados inconclusivos em outros examesQuando exames como teste ergométrico ou eletrocardiograma não fornecem informações suficientes para o diagnóstico. Histórico familiar de doença cardíaca precoceEspecialmente quando parentes próximos tiveram infarto ou doença coronariana em idade jovem. Avaliação preventiva em pacientes com múltiplos fatores de riscoEm alguns casos, o exame pode ajudar na definição de estratégias de prevenção e tratamento. A tomografia das coronárias substitui o cateterismo? Não necessariamente. O cateterismo cardíaco continua sendo o exame padrão quando existe forte suspeita de obstrução significativa nas coronárias ou quando já há indicação de tratamento intervencionista. A tomografia, por sua vez, tem grande utilidade na investigação inicial e na avaliação não invasiva das artérias, evitando procedimentos invasivos desnecessários em muitos casos. O exame é seguro? A tomografia das coronárias é considerada um exame seguro. Ela envolve exposição controlada à radiação e o uso de contraste iodado, por isso a indicação deve sempre ser avaliada individualmente pelo cardiologista, levando em conta o histórico e os fatores de risco do paciente. Conclusão A tomografia das coronárias é um exame moderno que permite avaliar com precisão a saúde das artérias do coração, ajudando a identificar alterações precoces e a prevenir eventos cardiovasculares mais graves. Quando indicada de forma adequada, ela pode ser uma importante aliada no diagnóstico e na prevenção das doenças cardíacas.
Ansiedade pode causar arritmia?
Ansiedade pode causar arritmia? A ansiedade é uma reação natural do organismo diante de situações de estresse ou preocupação. No entanto, quando se torna frequente ou intensa, ela pode provocar diversas manifestações físicas — e uma das mais comuns envolve o coração. Muitas pessoas relatam sentir o coração acelerado, batimentos irregulares ou a sensação de “coração pulando no peito” durante momentos de ansiedade. Esses sintomas podem gerar preocupação e levantar a dúvida: a ansiedade pode causar arritmia cardíaca? O que acontece no corpo durante a ansiedade? Quando uma pessoa passa por um episódio de ansiedade, o organismo ativa o chamado sistema nervoso simpático, responsável pela resposta de “luta ou fuga”. Nesse momento, ocorre a liberação de hormônios como adrenalina e cortisol. Esses hormônios provocam algumas alterações no organismo, como: Como consequência, é comum que o coração passe a bater mais rápido ou de forma mais perceptível, gerando a sensação de palpitações. Ansiedade causa arritmia de verdade? Na maioria das vezes, o que ocorre durante a ansiedade são palpitações ou aceleração do coração (taquicardia), e não necessariamente uma arritmia cardíaca estrutural. Entretanto, em algumas situações, a ansiedade pode desencadear ou intensificar arritmias em pessoas que já possuem alguma predisposição. Além disso, a percepção dos batimentos pode se tornar mais intensa, fazendo com que o paciente sinta qualquer alteração de forma mais evidente. Quais sintomas podem aparecer? Durante episódios de ansiedade, algumas sensações relacionadas ao coração podem surgir, como: Embora muitas dessas manifestações estejam relacionadas ao estado emocional, é importante investigar quando os sintomas são frequentes ou persistentes. Quando procurar um cardiologista? A avaliação cardiológica é recomendada principalmente quando: Nesses casos, exames como eletrocardiograma, Holter ou ecocardiograma podem ajudar a identificar se existe alguma alteração no ritmo do coração. Cuidar da mente também protege o coração A saúde emocional tem um impacto direto sobre o sistema cardiovascular. Estratégias como atividade física regular, controle do estresse, sono adequado e acompanhamento médico podem ajudar a reduzir os efeitos da ansiedade sobre o organismo. Além disso, quando necessário, o acompanhamento com profissionais da saúde mental pode ser fundamental para o controle da ansiedade. Conclusão A ansiedade pode provocar aceleração dos batimentos e sensação de palpitações, o que muitas vezes é confundido com arritmia cardíaca. Na maioria dos casos, essas alterações são temporárias e relacionadas ao estado emocional. Ainda assim, quando os sintomas são recorrentes ou geram preocupação, a avaliação com um cardiologista é importante para garantir que o coração esteja saudável. 🫀 Cuidar da saúde emocional também faz parte da prevenção cardiovascular.Dr. Artur Dal Bó — Cardiologia e Prevenção
Pressão baixa: o que causa o teto preto?
Pressão baixa: o que causa o teto preto? A sensação de “teto preto”, escurecimento da visão ou quase desmaio é um sintoma relativamente comum e, na maioria das vezes, está relacionada a uma queda momentânea da pressão arterial.Esse fenômeno ocorre quando há redução temporária do fluxo de sangue para o cérebro, fazendo com que a visão escureça por alguns segundos. Embora muitas vezes seja benigno, o sintoma merece atenção, especialmente quando acontece com frequência. O que é o “teto preto”? O “teto preto” é uma forma popular de descrever a pré-síncope, ou seja, a sensação de que se vai desmaiar, sem chegar à perda completa da consciência.Ele acontece quando o cérebro recebe menos oxigênio por um curto período. Principais causas da pressão baixa associada ao sintoma 🩺 Hipotensão postural (ou ortostática)Ocorre ao levantar-se rapidamente da posição sentada ou deitada. O corpo demora a ajustar a pressão, causando queda transitória do fluxo cerebral. 🩺 DesidrataçãoA ingestão insuficiente de líquidos reduz o volume de sangue circulante, favorecendo a queda da pressão. 🩺 Jejum prolongadoPode levar à queda de glicose e de pressão, principalmente em pessoas mais sensíveis. 🩺 Calor excessivoO calor provoca dilatação dos vasos sanguíneos, o que pode reduzir a pressão arterial. 🩺 Uso de medicamentosAlguns remédios para pressão, diuréticos, antidepressivos e vasodilatadores podem causar episódios de hipotensão. 🩺 Arritmias cardíacasAlterações no ritmo do coração podem comprometer o bombeamento adequado de sangue. 🩺 Problemas cardíacos ou neurológicosEm casos menos comuns, o sintoma pode estar relacionado a doenças que afetam o controle da pressão arterial. Quando o “teto preto” merece investigação Procure avaliação médica se o sintoma:⚠️ Acontecer com frequência⚠️ Vier acompanhado de desmaios⚠️ Surgir junto com palpitações, dor no peito ou falta de ar⚠️ Ocorrer durante esforço físico Esses sinais podem indicar a necessidade de uma investigação mais aprofundada. Como prevenir episódios de pressão baixa 🩺 Levantar-se lentamente🩺 Manter boa hidratação🩺 Evitar longos períodos em jejum🩺 Ajustar medicamentos com orientação médica🩺 Realizar acompanhamento cardiológico regular Conclusão Na maioria das vezes, o “teto preto” está relacionado a quedas transitórias da pressão arterial e não representa gravidade imediata.No entanto, quando recorrente, é um sinal de que o organismo não está se adaptando adequadamente e precisa ser avaliado. 🩺 Ouvir os sinais do corpo é parte essencial da prevenção cardiovascular. Dr. Artur Dal BóCardiologia e PrevençãoCuidar do coração é cuidar da vida.
Sintomas pré hipertensão.
Sintomas de pré-hipertensão: fique atento aos sinais A pré-hipertensão é uma condição em que os níveis de pressão arterial estão acima do ideal, mas ainda não atingem os valores considerados hipertensão arterial.Apesar de parecer algo inofensivo, ela representa um importante sinal de alerta, pois indica maior risco de desenvolver pressão alta e doenças cardiovasculares no futuro. O principal problema é que, na maioria dos casos, a pré-hipertensão não causa sintomas claros, o que faz com que muitas pessoas só descubram a alteração quando a hipertensão já está instalada. O que é considerado pré-hipertensão? De forma geral, considera-se pré-hipertensão quando a pressão arterial fica de forma repetida em torno de: Esses valores já indicam que o sistema cardiovascular está sob maior esforço. Quais sintomas podem estar associados? Embora não sejam específicos, alguns sinais podem surgir, especialmente quando a pressão oscila com frequência: ⚠️ Dor de cabeça recorrente⚠️ Tontura ou sensação de cabeça pesada⚠️ Cansaço excessivo sem causa aparente⚠️ Palpitações⚠️ Visão embaçada ocasional⚠️ Zumbido no ouvido É importante destacar que esses sintomas não confirmam o diagnóstico, mas indicam a necessidade de investigação. Por que a pré-hipertensão merece atenção? Mesmo sem sintomas, a pré-hipertensão já pode causar danos silenciosos às artérias, aumentando o risco de: Quanto mais cedo o problema é identificado, maiores são as chances de prevenção e controle apenas com mudanças no estilo de vida. Como prevenir a progressão para hipertensão 🩺 Reduza o consumo de sal🩺 Pratique atividade física regularmente🩺 Controle o peso corporal🩺 Evite o tabagismo🩺 Modere o consumo de álcool🩺 Gerencie o estresse🩺 Faça acompanhamento cardiológico regular Conclusão A pré-hipertensão é um aviso do corpo.Ignorar esse sinal pode permitir que a pressão alta se instale de forma silenciosa e cause complicações graves. 🩺 Cuidar da pressão hoje é proteger o coração no futuro. Dr. Artur Dal BóCardiologia e PrevençãoCuidar do coração é cuidar da vida.
O que causa a insuficiência cardíaca?
O que causa a insuficiência cardíaca? A insuficiência cardíaca é uma condição em que o coração não consegue bombear sangue de forma eficiente para suprir as necessidades do organismo.Ela não significa que o coração parou de funcionar, mas sim que está funcionando com menor capacidade, o que compromete órgãos e tecidos. Na maioria dos casos, a insuficiência cardíaca é o resultado final de outras doenças cardiovasculares que não foram diagnosticadas ou tratadas adequadamente ao longo do tempo. Principais causas da insuficiência cardíaca 🩺 Hipertensão arterial (pressão alta)É a causa mais comum. A pressão elevada faz o coração trabalhar contra uma resistência maior, levando ao espessamento e ao enfraquecimento do músculo cardíaco. 🩺 Infarto do miocárdioApós um infarto, parte do músculo do coração pode ser danificada ou perder força, reduzindo a capacidade de bombeamento. 🩺 Doenças das válvulas cardíacasVálvulas que não abrem ou não fecham corretamente sobrecarregam o coração e favorecem o desenvolvimento da insuficiência cardíaca. 🩺 CardiomiopatiasSão doenças que afetam diretamente o músculo cardíaco, podendo ter origem genética, infecciosa, inflamatória, alcoólica ou idiopática. 🩺 Arritmias cardíacasBatimentos muito rápidos, lentos ou irregulares prejudicam o enchimento e a ejeção de sangue pelo coração. 🩺 Diabetes e obesidadeEssas condições contribuem para inflamação crônica, aterosclerose e alterações metabólicas que afetam a função cardíaca. 🩺 Doenças pulmonares crônicasComo a DPOC, que aumentam a pressão sobre o lado direito do coração. 🩺 Uso excessivo de álcool e drogasPodem causar toxicidade direta ao músculo cardíaco, levando à sua disfunção. A insuficiência cardíaca pode ser evitada? Em muitos casos, sim.O controle adequado da pressão arterial, do colesterol, do diabetes, além da adoção de hábitos saudáveis e do acompanhamento cardiológico regular, reduz significativamente o risco de desenvolver a doença. O diagnóstico precoce permite retardar a progressão, melhorar a qualidade de vida e reduzir internações. Conclusão A insuficiência cardíaca não surge de forma isolada.Ela é, na maioria das vezes, consequência de doenças cardíacas mal controladas ao longo dos anos. 🩺 Cuidar do coração hoje é a melhor forma de evitar complicações no futuro. Dr. Artur Dal BóCardiologia e PrevençãoCuidar do coração é cuidar da vida.
Seu corpo dá sinais pré-infarto
Seu corpo dá sinais pré-infarto O infarto raramente acontece sem avisar.Na maioria dos casos, o corpo envia sinais de alerta dias, semanas ou até meses antes de um evento cardíaco grave. O problema é que esses sinais costumam ser ignorados ou confundidos com algo simples do dia a dia. Reconhecer esses sintomas precocemente pode salvar vidas. O que é um pré-infarto? O chamado “pré-infarto” não é um termo médico formal, mas é usado para descrever sintomas que indicam sofrimento do músculo cardíaco, geralmente por redução parcial do fluxo de sangue nas artérias do coração. Essa condição é conhecida como angina instável e pode evoluir para um infarto se não for investigada e tratada. Principais sinais que o corpo pode emitir ⚠️ Dor ou desconforto no peitoSensação de aperto, peso, queimação ou pressão, especialmente durante esforço físico ou estresse emocional. ⚠️ Dor que irradiaA dor pode se espalhar para o braço esquerdo, costas, pescoço, mandíbula ou estômago. ⚠️ Falta de arPode surgir mesmo em atividades leves ou em repouso. ⚠️ Cansaço excessivo e inexplicávelPrincipalmente quando surge de forma súbita e não melhora com descanso. ⚠️ Palpitações ou sensação de coração acelerado ⚠️ Tontura, náusea ou suor frio 👉 Em mulheres, idosos e pessoas com diabetes, os sintomas podem ser mais sutis, como mal-estar, falta de ar ou fadiga intensa, sem dor típica no peito. Por que esses sinais acontecem? Esses sintomas surgem quando o coração não recebe oxigênio suficiente, geralmente por estreitamento das artérias coronárias causado por placas de gordura (aterosclerose). Fatores como hipertensão, colesterol alto, diabetes, tabagismo, obesidade, estresse e sedentarismo aumentam significativamente esse risco. Quando procurar ajuda imediatamente Procure atendimento de urgência se:🚨 A dor no peito for intensa ou persistente🚨 Vier acompanhada de falta de ar, suor frio ou náusea🚨 Surgir em repouso ou acordar você durante o sono Nessas situações, o tempo é decisivo. A importância da prevenção Muitas doenças cardíacas podem ser identificadas antes de se tornarem graves.Exames como eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico e exames laboratoriais ajudam a avaliar o risco cardiovascular e orientar o tratamento adequado. 🩺 Não espere o corpo gritar. Ouça os sinais enquanto ainda é tempo. Conclusão O infarto não costuma ser repentino.Na maioria das vezes, o corpo avisa — e quem escuta, tem mais chances de evitar consequências graves. Cuidar do coração é cuidar da vida. Dr. Artur Dal BóCardiologia e Prevenção